
Quem diria no início da época que Chelsea e Barcelona, que tanto se aperaltaram no mercado para o ataque à nova época, iriam por esta altura estar a atravessar graves crises.
Em primeiro lugar o Chelsea de Mourinho. Sempre apoiado no seu futebol pragmático e defensivo, “os blues” desde cedo viram que a tarefa iria ser complicada dado o fortíssimo início do Manchester United. Apesar de se ter mantido sempre colado aos “reds” no início, o Chelsea começou aos poucos a vacilar. Os resultados começaram a não aparecer e a crise instalou-se.
O antro dessa crise está há muito identificado: a defesa! Apesar de estar a marcar tanto como anteriormente os golos encaixados levaram à perda de muitos pontos. Com apenas 3 centrais, Terry, Carvalho e Boulahrouz, Mourinho corria desde logo muitos riscos. A saída de Huth e a troca (que se tem revelado péssima) de Gallas por Ashley Cole (quem?) deixaram a defesa muito frágil. O risco acabou por revelar-se fatal com as lesões prolongadas de Terry e Boulahrouz. Há muito que o “Special One” tem apenas Carvalho disponível, tendo inclusive realizado jogos sem um único central.
Ainda assim continuo em crer que a lesão de Peter Cech tem sido o factor que mais tem perturbado este Chelsea. Apesar de Hilário não ter comprometido, nunca o vimos a brilhar e as suas capacidades de liderança da defesa são no mínimo questionáveis.
Ainda assim os Londrinos não se podem queixar de tudo já que mais do que uma vez neste período amealharam pontos em cima do apito final. Apenas esta ponta de sorte faz com que o Chelsea continue a lutar pelo título.
Na Catalunha a crise vive-se de modo muito diferente. Privado desde cedo de Eto’o, o Barcelona não mostrou sinais de fraquejo e manteve sempre os bons níveis exibicionais.
Ainda assim, desde há dois meses para cá uma crise de ideias e bom futebol tem atravessado o onze de Rijkaard. Nos últimos 8 jogos, “los Culé” registaram 3 vitórias 4 empates e 1 derrota. De notar que 2 das vitórias foram em casa diante dos dois últimos da tabela! Apenas um elemento se tem destacado: Valdés. Por mais que sejam as críticas, a verdade é que os poucos pontos que o Barça amealhou neste período são fruto da inspiração do guardião Espanhol.
Porquê? De onde surge tal quebra? A explicação parece ser simples. Após a viagem ao Japão para o campeonato do mundo os catalães nunca mais encantaram com o seu futebol. A quebra de ritmo foi tal que desde então a maioria dos golos tem surgido em lances de bola parada. Esta baixa de forma aliada à grave lesão de Messi, que se vinha a assumir como o principal impulsionador do futebol blaugrana, levaram a que o Barça deixasse de brilhar.
Contudo esta crise não é tão dramática como a do Chelsea. No campeonato o Barcelona segue incrivelmente em primeiro com 4 pontos de vantagem de um Real Madrid cada vez mais desencontrado e sem solução à vista. O Sevilha assusta mas não parece ser mais que isso, um susto.
No meio desta crise surge agora algo há muito falado mas disfarçado pelos excelentes resultados: as capacidades de Rijkaard. Giovanni Galeone, ex-treinador da Udinese, que assistiu há uns tempos a umas sessões de treino do Barça teceu o seguinte comentário: “Vi algumas sessões de treino e posso dizer que são uma coisa simplesmente inacreditável. Não fazem praticamente nada. Só treinam com bola, sem forçar muito.”
Contudo como se treina uma equipa recheada de magia? Não se treina, deixa-se brilhar! Como disse Rijkaard: “Só me preocupo com a táctica quando perco a bola”!
Em primeiro lugar o Chelsea de Mourinho. Sempre apoiado no seu futebol pragmático e defensivo, “os blues” desde cedo viram que a tarefa iria ser complicada dado o fortíssimo início do Manchester United. Apesar de se ter mantido sempre colado aos “reds” no início, o Chelsea começou aos poucos a vacilar. Os resultados começaram a não aparecer e a crise instalou-se.
O antro dessa crise está há muito identificado: a defesa! Apesar de estar a marcar tanto como anteriormente os golos encaixados levaram à perda de muitos pontos. Com apenas 3 centrais, Terry, Carvalho e Boulahrouz, Mourinho corria desde logo muitos riscos. A saída de Huth e a troca (que se tem revelado péssima) de Gallas por Ashley Cole (quem?) deixaram a defesa muito frágil. O risco acabou por revelar-se fatal com as lesões prolongadas de Terry e Boulahrouz. Há muito que o “Special One” tem apenas Carvalho disponível, tendo inclusive realizado jogos sem um único central.
Ainda assim continuo em crer que a lesão de Peter Cech tem sido o factor que mais tem perturbado este Chelsea. Apesar de Hilário não ter comprometido, nunca o vimos a brilhar e as suas capacidades de liderança da defesa são no mínimo questionáveis.
Ainda assim os Londrinos não se podem queixar de tudo já que mais do que uma vez neste período amealharam pontos em cima do apito final. Apenas esta ponta de sorte faz com que o Chelsea continue a lutar pelo título.
Na Catalunha a crise vive-se de modo muito diferente. Privado desde cedo de Eto’o, o Barcelona não mostrou sinais de fraquejo e manteve sempre os bons níveis exibicionais.
Ainda assim, desde há dois meses para cá uma crise de ideias e bom futebol tem atravessado o onze de Rijkaard. Nos últimos 8 jogos, “los Culé” registaram 3 vitórias 4 empates e 1 derrota. De notar que 2 das vitórias foram em casa diante dos dois últimos da tabela! Apenas um elemento se tem destacado: Valdés. Por mais que sejam as críticas, a verdade é que os poucos pontos que o Barça amealhou neste período são fruto da inspiração do guardião Espanhol.
Porquê? De onde surge tal quebra? A explicação parece ser simples. Após a viagem ao Japão para o campeonato do mundo os catalães nunca mais encantaram com o seu futebol. A quebra de ritmo foi tal que desde então a maioria dos golos tem surgido em lances de bola parada. Esta baixa de forma aliada à grave lesão de Messi, que se vinha a assumir como o principal impulsionador do futebol blaugrana, levaram a que o Barça deixasse de brilhar.
Contudo esta crise não é tão dramática como a do Chelsea. No campeonato o Barcelona segue incrivelmente em primeiro com 4 pontos de vantagem de um Real Madrid cada vez mais desencontrado e sem solução à vista. O Sevilha assusta mas não parece ser mais que isso, um susto.
No meio desta crise surge agora algo há muito falado mas disfarçado pelos excelentes resultados: as capacidades de Rijkaard. Giovanni Galeone, ex-treinador da Udinese, que assistiu há uns tempos a umas sessões de treino do Barça teceu o seguinte comentário: “Vi algumas sessões de treino e posso dizer que são uma coisa simplesmente inacreditável. Não fazem praticamente nada. Só treinam com bola, sem forçar muito.”
Contudo como se treina uma equipa recheada de magia? Não se treina, deixa-se brilhar! Como disse Rijkaard: “Só me preocupo com a táctica quando perco a bola”!
ACORDEM! O FUTEBOL PRECISISA DE VÓS!

